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| Friday, 1-Dec-2006 15:40 |
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Arte na Praça.
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Novembro de 2006
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| Saturday, 25-Nov-2006 17:19 |
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arte Na praça / fevereiro de 2006
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"A grandiosa revolução humana de uma única pessoa tem o poder de mudar o
destino de uma família, de uma sociedade e de toda uma nação"
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| Wednesday, 15-Nov-2006 23:06 |
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Jean Dubuffet
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Métro 1943
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" Art doesn't go to sleep in the bed made for it; it would sooner run away than say its own name: what it likes is to be incognito. Its best moments are when it forgets what its own name is "
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| Wednesday, 15-Nov-2006 16:56 |
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Aniversario nº 38 Dolores "Lola" Romera
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Tinta namkin e collagem folha A4 / 1998
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Collagem e caneta sobre folha A4 / 23 março de 2001
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Mais o menos assim,
Percorri as ruas
Duas ruas,
Detrás, de cima, por baixo...
Mais o menos assim.
Volte, volte, volte...
Seus gritos em meus ombros, e eu carregando aquele passado, aqueles sonhos que guardava em braços, em lençóis dos anos...
Lembrei os avôs se beijando, as flores do quintal, os brinquedos da minha infância que baixo túmulos de esquecimento descansam. Vejo meus pais rindo, rindo, rindo sim!
como com aqueles comerciais anônimos que vemos pela primeira vez naquele aparelho preto que chamo teve... foi como um sonho entrando pela janela, teu ritmo, aquele tempo, teu olhar, meu desconcerto. Ingênuo, inocente decente crepitar os beijos de duas noites nas beiras do mar, de aquele voar, o abismo ai a nosso lado, toda aquela nossa coragem que hoje é mais duvida que divida em alguma conta dos bancos...
E si por mim fosse, levasse aqueles dias como um erro, que hoje cresce como grande verdade.
Mais o menos assim,
Percorri as ruas desabitada de um povo gentil, alegre, e mas das vezes perdi, aqueles cinzas neutros de todo encontro, e teus lábios poesia sem um fim, que o álibi de mais vida por ai, a mim os prantos, a ti os versos e o licor néctar de uma canção, três o um bilhão...
Mais o menos assim,
Crescendo!
What? What? What?
Gritou aquele sem compreensão. Aquele inglês submisso, fugitivo...
Volte, volte, volte...
Dessa vez sua voz foi no, foi flor, foi brilho.
O brilho de um roce das lagrimas no meu coração...
Que mais o menos assim
Amou!
Vamos voltar sim
Seja onde for,
Por aquele começo que dói
Aquilo que nos deu prazer
Hoje continuou.
Consigo correr sem parar, sim, sim...
E vejo ao meu lado aqueles sonhos que hoje são realidade
Stop!
Pare!
What? What? What? De novo aquele inglês.
Percorri as ruas, duas, mais o menos assim.
O brilho dos meus olhos, ao teu redor.
Minhas lagrimas, são as batidas do meu coração,
Daqueles sonhos que um dia me levaram longe daqui
A esses mares que você freqüentou,
naquelas musicas que dançou,
nas lembranças que guardou,
e que hoje mostraram que a ilusão que vivo,
nem são erros que o coração transformou.
Volte, volte, volte...
A felicidade despedaçou minha dor,
A espera,
O começo
O fim
A felicidade se fez uma em meu coração
Meu brilho são essas ruas,
Mas o menos assim...
Marcelo Urizar
A Kika Novaes.
2005
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| Monday, 13-Nov-2006 23:42 |
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Lembranças
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Acrilica sobre madera. 50 x 90 cm. 2005
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as lembranças,
são de um passado distante,
de um presente constante.
são assas,
para levarmos lá
ou descermos com os pés,
no chão,
nas águas.
lembrança aquela
dos meus braços
abraços
dos meus olhos
as marcas
que as suas lembranças
nas minhas
deixaram.
Marcelo Urizar
28 de março de 2006
A Gabriela Veiga Zonari
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| Wednesday, 1-Nov-2006 00:14 |
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Paul Eluard
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1895 -1952
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On ne peut me connaître
On ne peut me connaître
Mieux que tu me connais
Tes yeux dans lesquels nous dormons
Tous les deux
Ont fait à mes lumières d'homme
Un sort meilleur qu'aux nuits du monde
Tes yeux dans lesquels je voyage
Ont donné aux gestes des routes
Un sens détaché de la terre
Dans tes yeux ceux qui nous révèlent
Notre solitude infinie
Ne sont plus ce qu' ils croyaient être
On ne peut te connaître
Mieux que je te connais.
(Les Yeux Fertiles).
LIBERDADE
Nos meus cadernos de escola
Sobre a carteira nas árvores
Sobre a neve sobre a areia
Grifo teu nome
Em toda página lida
Em toda página em branco
Sem papel na pedra ou cinza
Grifo teu nome
Sobre as gravuras douradas
Sobre as armas dos guerreiros
Sobre a coroa dos reis
Grifo teu nome
Na floresta e no deserto
Sobre os ninhos sobre as gestas
Nos ecos da minha infãncia
Grifo teu nome
Nas maravilhas das noites
No pão branco das jornadas
Nas estações de noivado
Grifo teu nome
Nos fiapos de azul-celeste
No tanque solar bolor
No lago lua vibrante
Grifo teu nome
Nos campos nos horizontes
Nas asas dos passarinhos
Sobre os moinhos de sombras
Grifo teu nome
Em cada sopro de aurora
Sobre o mar sobre os navios
Na insensatez das montanhas
Grifo teu nome
Nas nuvens soltas revoltas
Na tormenta transpirada
Na chuva insistente e boba
Grifo teu nome
Sobre as formas cintilantes
Nas campãnulas de cores
Por sobre a verdade física
Grifo teu nome
Sobre as veredas despertas
Nos caminhos desdobrados
Sobre as praças transbordantes
Grifo teu nome
Na lâmpada que se acende
Na lâmpada que se apaga
Nas casas cheias de gente
Grifo teu nome
No fruto cortado em dois
O do espelho e o do meu quarto
Na concha sem mim depois
Grifo teu nome
No meu cão terno e guloso
Mas sempre de orelha em pé
E patas destrambelhadas
Grifo teu nome
No trampolim da minha porta
Nos objetos familiares
Nas línguas do lume bento
Grifo teu nome
Em toda carne acordada
Na fronte dos meus amigos
Em cada mão que me afaga
Grifo teu nome
Na vidraça das surpresas
Sobre os lábios expectantes
Muito acima do silêncio
Grifo teu nome
Nos refúgios descobertos
Nos maus faróis desmontados
Nas paredes do meu tédio
Grifo teu nome
Sobre a ausência do desejo
Sobre a solidão desnuda
Nos descaminhos da morte
Grifo teu nome
No retorno da saúde
No risco que se correu
Na esperança sem lembrança
Grifo teu nome
E pelo poder de um nome
Começo a viver de fato
Nasci pra te conhecer
E te chamar
liberdade
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| Wednesday, 25-Oct-2006 13:40 |
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Jean Dubuffet (imagem) Henri Michaux (texto)
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Scénique triplex, 1982
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Les balinais aiment les fêtes ; pas un jour où il n'y en ait une. Avec théatre et danse. Et là où il y en a, tout le monde entre, tout le monde est invité, parents, amis, inconnus, étrangers. Henri Michaux
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| Tuesday, 24-Oct-2006 15:41 |
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Jean Dubuffet (1901-1985)
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Nu chamarré, 1943
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Ai onde os caminhos se abriram
E as partidas foram chegadas.
Ai onde os olhos arregalados viram o mar quebrar-se detrás das ondas.
E as profundezas só eram espumas,
Ai nessa curvas onde as gargalhadas com amigos,
É fugida, é encontro com outro.
Ai bem ai onde sonhas,
Os abraços perdidos, a esperança renovada.
Ai onde as cordas dos violões
fizeram musica entre fogos de artifício e lagrimas
enquanto a vida consumia-se.
Ai entre tuas mãos as flores que jogavas a iemanjá
Desejando mais e mais.
De tudo que ainda das
Ai bem perto das vozes que ouves,
E o silencio que preenche algum movimento corporal
Dando vida ao teu coração.
Ai nas nuvem do céu
que cobre essa nossa pele dourada
de brilhos e luzes.
Ai onde os beijos perderam gosto pela distancia
E os lábios roxos ficam
Ai onde teus passos foram nossos
E tu rias sei lá de onde
Porque mas nem fria nem morna
também rias
Ai ficas,
Ai chegas
Ai desce
Descem as caricias eternas
Caricias que um dia sentisses
Ai bem ai das batidas
Onde o coração é puro
E os contos sonhos de
noites Largas .
Ai onde o peito é bem mais do que corpo etéreo
E a brisa bem mais do que riso leve.
Ai onde o próximo encontro
Foi parir-te uma e outra vez,
Onde os gritos doces melodias de tarde tal vez.
Ai nascia
Ai morria
Ai esconde ele o nobre
E eu a ousadia por andar bem vestido
Ou por sonhar-te ainda.
Ai dança
Ai fotografia
Ai eterno para ti,
Em versos que um dia pari
Em filhas,
Em poesias que um dia
Foram rosas para o enterro que não assisti.
Ai morri,
Ai voltei,
Ai
Bem ai,
No coração mesmo.
Marcelo Urizar
29 de janeiro de 2006
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| Friday, 20-Oct-2006 17:26 |
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Marcelo Urizar
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43 e um dia...
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20 10 2006
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| Friday, 20-Oct-2006 02:39 |
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Breno e Simon... os filhos de Luciana Barrios Arrechea
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